O Sul do Brasil, expressou um clima político, especialmente através do município de Porto Alegre, determinado sucesso que foi referência internacional. No período de 1988 á 2000 (mandatos de três sucessivos prefeitos do PT), estabeleceu-se um exercício de distribuição das receitas e das despesas municipais, suficiente para eu perceber que nasceu naquele tempo uma política onde elemento locomotor é o cidadão, refiro-me ao ORÇAMENTO PARTICIPATIVO.Quero implementar com o coletivo, no município de Passo de Torres, esta política que possui diversas conotações de democracia participativa. Por quê não botar mais lenha nessa fogueira da Democracia?
Enxergo no Orçamento Participativo(OP), um método para perceber os problemas do nosso município, e como resolver-los, organizar as urgências e dos investimentos, examinar a compatibilidade com os recursos disponíveis. Não quero deixar nenhum espaço para a demagogia, menos ainda para o clientelismo e corrupção, pois tudo é TRANSPARENTE.
O legal, é que através de espaços de discussão, assembléias plenárias vão estar abertas para todos os moradores, para que assim, juntos podemos construir a nova formatação de nosso munícipio. Temos que iniciar esta nova formatação com um Conselho do Orçamento Participativo, o qual vai ser o elemento da anatomia do Poder Popular. Quero a População de toda nossa região, incluindo principalmente os balneários, para através do consenso dividir Passo de Torres em setores de coêrencia geográfica e social, para os problemas locais: ( temos que ampliar os horários e acessos ao transporte, desenvolvimento econômico através do turismo e agricultura familiar, desenvolvimento urbano sustentável, educação).
Como conciliar a democracia participativa com a democracia representativa? Sobretudo se quisermos estendê-las em diversas escalas, bairro - balneário - munícipio - estado - país, o segredo é perceber a hora de mudar.
EDUARDO 13613
Candidato a Vereador






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